Segunda-feira, Março 28, 2005
Afinal os combustiveis são mais baratos em Portugal
"Preço de combustíveis dispara com imposto
Taxas são das mais altas na União Europeia
Os combustíveis são mais baratos em Portugal do que em Espanha, mas, depois de somada a carga fiscal, os consumidores portugueses pagam mais do que os espanhóis.
Os preços de venda dos combustíveis ao público sobem para mais que o dobro devido aos impostos. Pelas contas do Diário Económico, por cada litro de gasolina vendida, vão para os cofres do Estado cerca de 52 cêntimos. A taxa aplicada em Portugal é a oitava mais alta dos 25 países da União Europeia. Quanto ao gasóleo, a taxa portuguesa é a décima segunda mais elevada. Por cada litro de diesel, o Fisco arrecada perto de 31 cêntimos em IVA e imposto sobre produtos petrolíferos."
Só não percebo como nós, portugueses, quando se trata de pagar, fazemo-lo acima da restante comunidade, mas, porque no que toca a receber não acompanhamos a média europeia ?
EU QUERO VOLTAR PARA A ILHA!
Taxas são das mais altas na União Europeia
Os combustíveis são mais baratos em Portugal do que em Espanha, mas, depois de somada a carga fiscal, os consumidores portugueses pagam mais do que os espanhóis.
Os preços de venda dos combustíveis ao público sobem para mais que o dobro devido aos impostos. Pelas contas do Diário Económico, por cada litro de gasolina vendida, vão para os cofres do Estado cerca de 52 cêntimos. A taxa aplicada em Portugal é a oitava mais alta dos 25 países da União Europeia. Quanto ao gasóleo, a taxa portuguesa é a décima segunda mais elevada. Por cada litro de diesel, o Fisco arrecada perto de 31 cêntimos em IVA e imposto sobre produtos petrolíferos."
Só não percebo como nós, portugueses, quando se trata de pagar, fazemo-lo acima da restante comunidade, mas, porque no que toca a receber não acompanhamos a média europeia ?
EU QUERO VOLTAR PARA A ILHA!
Domingo, Março 06, 2005
Metade do preço das casas é para burocracias
O PREÇO das casas em Portugal pode descer 40 a 50%, eliminando a actual burocracia e respectiva «bola de neve» de impostos. O alerta é de Teresa Ramos Pinto, presidente da Associação dos Industriais de Construção de Edifícios (AICE), que propõe ao novo Governo medidas urgentes para o sector. Para a presidente da AICE, as empresas de construção «estão assoberbadas pela burocracia». Os projectos ficam pendurados nas câmaras anos a fio «por falta de vontade e até interesses nesse sentido». A demora estende-se às conservatórias e culmina em multas. Quem paga a factura é o comprador final. Paulo Cabrita, presidente da Mitsubishi Portugal, também alerta para a aberração do actual Imposto Automóvel no bolso dos portugueses.
No Mitsubishi Pajero 3.2, por exemplo, paga-se tanto de imposto como de valor da viatura. «Não vendemos viaturas, vendemos é impostos!»
In: Expresso online
Demasiado relevante para deixar passar. Atentem bem na gravidade do que é referido nesta noticia. Mais comentários para quê?
No Mitsubishi Pajero 3.2, por exemplo, paga-se tanto de imposto como de valor da viatura. «Não vendemos viaturas, vendemos é impostos!»
In: Expresso online
Demasiado relevante para deixar passar. Atentem bem na gravidade do que é referido nesta noticia. Mais comentários para quê?
Quinta-feira, Março 03, 2005
Académico de Viseu poderá extinguir-se
O Académico de Viseu pode extinguir-se se a curto prazo se não forem encontradas soluções para os problemas directivos e financeiros que fazem o clube viver em "verdadeira agonia", alertou hoje a direcção.
O clube envolve actualmente 500 jovens em várias modalidades desportivas amadoras (futebol, futsal, andebol, atletismo, natação, basquetebol e voleibol) e é o accionista maioritário da Sociedade Anónima Desportiva (SAD) que faz alinhar a equipa de futebol profissional na Zona Centro do Campeonato Nacional da II Divisão B.Há cerca de um ano que a direcção presidida por José Costa anunciou que ia convocar uma Assembleia Geral para realizar eleições para os seus órgãos sociais e debater o futuro do clube, cujo nome oficial é Clube Académico de Futebol (CAF)."Desde Maio de 2004 convocámos por sete vezes a Assembleia Geral com esse objectivo, mas ninguém se candidatou e a média de participações foi de quatro associados", lamentou José Costa, em declarações à Lusa.O dirigente frisou que o CAF "só tem sobrevivido graças ao empenho dos actuais directores", mas avisa que a partir de 11 de Março, dia para o qual está marcada nova Assembleia Geral, estes deixarão de exercer quaisquer funções "aconteça o que acontecer na reunião".Na sua opinião, a falta de interesse que simpatizantes e adeptos têm demonstrado "não pode continuar", pois "o que está em causa não é só a colectividade e a sua referência na região, mas os jovens" que terão de abandonar as actividades amadoras."No dia 11 acontecerá o que os associados decidirem. A nós não podem exigir mais", sublinhou.José Costa considera que "o clube tem de ter vitalidade e dar aos jovens o mínimo de condições para que possam crescer em qualidade", o que "não é possível face às contínuas dificuldades financeiras".A dívida ao ex-jogador do Académico de Viseu Paulo Ricardo, que impede a Câmara Municipal de conceder ao clube um subsídio mensal, tem sido a principal causa dos problemas financeiros do CAF."A dívida para com o Paulo Ricardo é, desde o momento em que o clube foi condenado pelo tribunal a pagar, mas nunca o cumpriu, de 185 mil euros", explicou.Por outro lado, enquanto o ex-jogador "tiver uma vida activa, o clube também tem de lhe pagar 15 mil euros por ano", acrescentou.Segundo o dirigente, foi tentado um acordo com Paulo Ricardo, em que eram propostos "valores mais baixos", mas que "acabou por ser declinado".Enquanto este processo não ficar resolvido, o CAF não poderá receber o subsídio da autarquia."Se pudéssemos recebê-lo, limpávamos a dívida corrente. Mas a Câmara, por mais vontade que tenha, está impedida de nos dar o dinheiro", contou, acrescentando que, por várias vezes, o autarca Fernando Ruas lhe disse que "assim que toda a situação judicial esteja resolvida, o subsídio será regularizado no dia seguinte".Por tudo isto, "caso não haja inversão" da situação brevemente, a direcção diz não ver outra solução além da extinção do CAF.
O clube envolve actualmente 500 jovens em várias modalidades desportivas amadoras (futebol, futsal, andebol, atletismo, natação, basquetebol e voleibol) e é o accionista maioritário da Sociedade Anónima Desportiva (SAD) que faz alinhar a equipa de futebol profissional na Zona Centro do Campeonato Nacional da II Divisão B.Há cerca de um ano que a direcção presidida por José Costa anunciou que ia convocar uma Assembleia Geral para realizar eleições para os seus órgãos sociais e debater o futuro do clube, cujo nome oficial é Clube Académico de Futebol (CAF)."Desde Maio de 2004 convocámos por sete vezes a Assembleia Geral com esse objectivo, mas ninguém se candidatou e a média de participações foi de quatro associados", lamentou José Costa, em declarações à Lusa.O dirigente frisou que o CAF "só tem sobrevivido graças ao empenho dos actuais directores", mas avisa que a partir de 11 de Março, dia para o qual está marcada nova Assembleia Geral, estes deixarão de exercer quaisquer funções "aconteça o que acontecer na reunião".Na sua opinião, a falta de interesse que simpatizantes e adeptos têm demonstrado "não pode continuar", pois "o que está em causa não é só a colectividade e a sua referência na região, mas os jovens" que terão de abandonar as actividades amadoras."No dia 11 acontecerá o que os associados decidirem. A nós não podem exigir mais", sublinhou.José Costa considera que "o clube tem de ter vitalidade e dar aos jovens o mínimo de condições para que possam crescer em qualidade", o que "não é possível face às contínuas dificuldades financeiras".A dívida ao ex-jogador do Académico de Viseu Paulo Ricardo, que impede a Câmara Municipal de conceder ao clube um subsídio mensal, tem sido a principal causa dos problemas financeiros do CAF."A dívida para com o Paulo Ricardo é, desde o momento em que o clube foi condenado pelo tribunal a pagar, mas nunca o cumpriu, de 185 mil euros", explicou.Por outro lado, enquanto o ex-jogador "tiver uma vida activa, o clube também tem de lhe pagar 15 mil euros por ano", acrescentou.Segundo o dirigente, foi tentado um acordo com Paulo Ricardo, em que eram propostos "valores mais baixos", mas que "acabou por ser declinado".Enquanto este processo não ficar resolvido, o CAF não poderá receber o subsídio da autarquia."Se pudéssemos recebê-lo, limpávamos a dívida corrente. Mas a Câmara, por mais vontade que tenha, está impedida de nos dar o dinheiro", contou, acrescentando que, por várias vezes, o autarca Fernando Ruas lhe disse que "assim que toda a situação judicial esteja resolvida, o subsídio será regularizado no dia seguinte".Por tudo isto, "caso não haja inversão" da situação brevemente, a direcção diz não ver outra solução além da extinção do CAF.